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Tradição protegida

Prato de feijão com arroz sobre a mesa

Produtores garantem qualidade do prato típico brasileiro

Arroz e feijão são partes indispensáveis da alimentação dos brasileiros. Seja o agulhinha, parboilizado ou branco completado pelo carioquinha, roxo ou preto. Até mesmo a ordem deles no prato é tradição. Mas para que eles cheguem na mesa dos consumidores com a devida qualidade, os produtores nacionais enfrentam alguns desafios específicos.

No Planalto Central, Rodrigo Ebani tem no feijão uma de suas principais culturas. Independente das cotações, em todos os ciclos ele planta entre 400 e 600 hectares e tem encontrado na utilização do Liqui-Plex Bonder, que possui agente complexante com alta concentração de aminoácidos em sua composição, um aliado para diminuir os efeitos secundários da utilização de herbicidas.

“Os herbicidas que existem hoje, contém muitos materiais inertes em sua composição e que podem ocasionar fitotoxidez, travamento e outros estresses. O Liqui-Plex Bonder auxilia muito a combater esses efeitos, devido a suas altas quantidades de aminoácidos na composição”, explicou Ebani.

As propriedades cultivadas por Ebani ficam localizadas nos municípios de Planaltina (DF) e São João da Aliança (GO). Ambas as cidades têm altitudes favoráveis ao plantio, localizadas entre 800 e 1000 metros do nível do mar, mas que ainda demandam alguns cuidados especiais. “O Liqui-Plex Bonder é uma ferramenta para a parte de fisiologia vegetal que nos agrega muito, inclusive quando a gente fala em fator climático, nos ajudando a melhorar a produtividade e qualidade dos grãos”, finaliza Ebani.

 

Arroz na fronteira

O município de Manoel Viana (RS) fica próximo à fronteira do Brasil com Argentina e Uruguai e apresenta um desafio particular aos produtores da região: o solo arenoso, que exige cuidados específicos, principalmente com uso de herbicidas e na manutenção das condições nutricionais das plantas. Dentro desse cenário, o engenheiro agrônomo e assessor técnico da Agronemitz, Wyllian Moletta Pessina, conduz o plantio de 800 hectares de arroz e tem conseguido bons índices de produção graças ao investimento em novas tecnologias nutricionais.

O produtor aposta na utilização do Liqui-Plex Bonder como ferramenta fisiológica em suas lavouras.

Em um teste comparando a produção de duas áreas semelhantes, a utilização de aminoácidos permitiu ganhos de 10 a 15% na produtividade do arroz comparada com a área em que se utilizou apenas herbicida. Outro aspecto positivo é a diminuição da fitotoxicidade e menores perdas na absorção da ureia.

“O Liqui-Plex Bonder promoveu melhor desenvolvimento da cultura e a fitotoxicidade praticamente não existiu. Pude observar também um bom crescimento radicular, engrossamento dos colmos e clorofila na folha da planta após a aplicação da ureia. O Liqui-Plex Bonder permite uma mineralização dessa substância muito rápida, o que permite maior absorção e aproveitamento com a entrada da água na lavoura”, avalia Pessina.

Essa utilização conjunta tem colocado a produção de arroz no solo arenoso em pé de igualdade a de outros polos produtivos no Rio Grande do Sul.

 

 


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