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Mastite: suplementação com minerais orgânicos é aliada no combate à doença

Mastite em vacas

Foto: Alltech Inc

A mastite é a enfermidade mais comum em vacas leiteiras. Anualmente, três em cada dez vacas leiteiras apresentam inflamação clinicamente aparente da glândula mamária. Dos bovinos acometidos, 7% são descartáveis e 1% morre em decorrência da doença. Além disso, mais de 25% das perdas econômicas totais na produção de bovinos de leite, associadas às doenças, podem ser diretamente atribuídas à mastite¹. A prevalência dessa doença está atrelada principalmente ao manejo pré e pós ordenha. Isso explica a importância da capacitação de ordenhadores, incluindo formas corretas de higienização e desinfecção do ambiente.

Além disso, o manejo nutricional correto com adequado balanceamento da dieta também exerce importante papel no aumento da resistência imunológica das vacas contra infecções. Pesquisas apontam que alguns nutrientes, tais como vitaminas A e E, selênio, cobre e zinco, podem interferir positivamente na resposta da glândula mamária no controle da mastite. Um exemplo claro disso é a ocorrência de baixo teor de selênio na dieta, resultando em deficiências nos mecanismos de defesa e redução no número de células secretoras de leite.

Esses nutrientes agem reduzindo o impacto dos radicais livres sobre o organismo animal. Esses radicais são moléculas instáveis com alta capacidade de reação, que podem interferir no metabolismo oxidativo do animal, sendo esse um complexo sistema necessário para auxiliar células do sistema imune no combate de patógenos. No entanto, quando ocorre um desequilíbrio neste sistema, danos celulares podem ocorrer, como no caso da mastite aguda. O processo inflamatório causado pela enfermidade leva a grandes danos à glândula mamária, tais como perdas na produção de leite e, em casos mais graves, perda permanente dos quartos mamários. Caso o animal esteja em condições fisiológicas ideais, a produção de radicais livres pode ser neutralizada pela capacidade do próprio organismo. Contudo, se essa produção for exacerbada, danos em moléculas importantes como lipídios, DNA, carboidratos e proteínas podem ser causados, o que impacta na queda na qualidade do leite. Nesse contexto, o selênio pode auxiliar na neutralização dos radicais livres, uma vez que ele exerce atividade sobre algumas enzimas, tais como a glutationa peroxidase (GPX). Para que essa ação ocorra, é necessário que o selênio esteja em quantidade adequada no organismo do animal evitando o comprometimento do sistema imunológico, reprodutivo, a saúde do animal, e é claro, a qualidade do leite.

Os outros microminerais, como cobre, manganês e zinco também possuem uma função importante como cofatores enzimáticos que diminuem o processo de oxidação. O resultado disso também é a melhora do sistema imune e, consequentemente, a preservação de importantes células de defesa, reduzindo a probabilidade de infecção nas glândulas mamárias dos animais.

Gestão de Minerais Orgânicos da Alltech

A Alltech, mais uma vez, sai na frente e inova quanto ao conceito de suplementação mineral na forma orgânica com sua linha Bioplex e a solução Sel-Plex. Fontes de microminerais quelatados de alta biodisponibilidade produzidos seguindo normas rígidas de qualidade, com respaldo de centros de pesquisa conceituados a nível local e global. 

Como podemos verificar nos gráficos abaixo, a suplementação de Bioplex em rebanhos leiteiros reduziu a quantidade de células somáticas (CCS) e aumentou a produção de leite².

Mastite_Grafico_1_BR.png            Mastite_Grafico_2_BR.png

Há muito mais a ser dito a respeito do uso e benefício dos minerais orgânicos na dieta de bovinos de leite. Para saber mais sobre este tema e sobre a linha de minerais orgânicos da Alltech, acesse: alltech.com/br/gestao-minerais

Referências:

¹ (Thimothy et al., 2000).

² (Kina et al., 2007)


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